Segundo a PM, logo após o crime, todas as equipes policiais da cidade foram mobilizadas para realizar buscas contra o suspeito, que fugiu após o crime. Durante as diligências, foi constatado que F.A.O. estava escondido em uma região de mata na zona rural da cidade.
Na região, conversaram com um homem que trabalha e reside em uma chácara. Ele relatou que o suspeito estava com uma mochila nas costas e uma espingarda em mãos. O homem passou em sua casa e exigiu comida e água. Em seguida, sumiu no matagal.
Ainda conforme a PM, familiares do suspeito entraram em contato com as equipes dizendo que o suspeito estaria disposto a se entregar. O comandante do 11º Comando Regional chegou a conversar por telefone com o homem e acertou os termos para uma rendição pacífica.
No entanto, quando os policiais se aproximaram, o suspeito não cumpriu com o combinado, não se rendeu e correu em direção a uma residência onde morava uma família com crianças. Ao ser interceptado pelos agentes, atirou com a espingarda. Os militares revidaram e atingiram o homem.
Após o confronto, ele foi socorrido pelos próprios policiais e encaminhado ao hospital municipal de Poxoréu, mas não resistiu aos ferimentos.
O crime
Conforme já publicado pelo, uma equipe da PM foi acionada por volta das 17h30 de sexta. No local encontraram Suely já morta, com sinais de violência pelo corpo, sendo diversas lesões, escoriações e hematomas. Ao lado do cadáver, foi encontrado um arame farpado e os policiais observaram uma lesão no pescoço da mulher.
A suspeita é de que a mulher tenha sido enforcada com o arame farpado. Além disso, também existiam indícios de que ela tenha sido estuprada.
Durante as diligências, os policiais encontraram vestígios de sangue em uma residência próxima de onde o corpo foi localizado. Ao questionar a proprietária, ela disse que morava com o filho, que é usuário de drogas.
A mulher disse não saber onde estava o homem, que havia saído de casa pela manhã dizendo que iria trabalhar em uma fazenda. Sobre as marcas de sangue, encontradas no interior da residência, ela respondeu que não sabe o que aconteceu.
Diante disso, o filho dela foi registrado como suspeito.
O local do crime foi isolado até a chegada da Perícia oficial e Identificação Técnica (Politec), que fez os trabalhos de análises. Em seguida, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia.
A Polícia Civil investiga o caso.